Por que nos interessamos por fofocas?

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12:26

O fato de fofocarmos não gera um conforto nem mesmo nas redes sociais, onde são condenadas fortemente e diga-se de passagem que ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um.
Quando ouvimos duas ou mais pessoas fofocando, vamos ser sinceros e admitir que é MUITO difícil não prestar atenção. Mas antes que você se sinta culpado pelo tal relato á vida alheia, saiba que há uma explicação científica para tal ação.
Recente a Universidade de Northeastern, em Boston, realizou um estudo e descobriu não só que o nosso subconsciente valoriza a fofoca, como nossa mente e nossos olhos prestam atenção particular quando estão em jogo informações negativas.
O experimento/estudo funcionou assim: primeiro, os voluntários viram fotos de algumas pessoas, e receberam uma informação sobre elas. A informação podia ser positiva, negativa ou neutra, e o assunto podia ser social ou não. Por exemplo, “ele jogou uma cadeira em seu colega de classe” seria uma declaração social negativa, enquanto que “ela desenhou as cortinas da sala” seria uma informação neutra e não social (não trata de algo que ela tenha feito com outra pessoa).
Depois, os pesquisadores mostraram duas imagens simultaneamente aos voluntários usando um estereoscópio, sendo que cada olho via uma imagem diferente. Enquanto um via a foto de um objeto, ao outro era mostrado o rosto de uma dessas pessoas. Então, eles precisavam dizer qual delas estavam vendo e por quanto tempo. Quando cada olho vê uma imagem, ocorre a chamada rivalidade binocular e o cérebro acaba precisando alternar entre as duas ao decidir em qual vai prestar mais atenção e qual irá ignorar.
Um grupo de pesquisadores, liderado pela neurologista Lisa Feldman-Barrett, descobriu que os voluntários viam por mais tempo a imagem de pessoas de quem tinham ouvido fofocas sociais negativas. O mesmo não ocorreu quando eram mostradas imagens de quem estava associado a uma informação positiva ou neutra. Nem quando se tratava de uma informação negativa, mas não de natureza social como por exemplo “ele teve que fazer um tratamento de canal”.
Isso levou os pesquisadores a acreditar que a fofoca social negativa pode desencadear algum tipo de mecanismo de proteção dentro de nós. Nosso cérebro está sempre procurando informações que possam ajudar a nos proteger de indivíduos potencialmente perigosos que poderiam nos prejudicar no futuro. Quando nos concentramos mais no rosto de uma pessoa que sabemos ser má, nosso cérebro pode estar tentando estudar e reunir mais informações e se colocando em alerta para que nos lembremos de ter cuidado com ela no futuro.
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Bebê cai do segundo andar e sai sem um arranhão

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18:40
 Um vídeo de uma câmera de segurança mostrou o momento em que dois  homens salvam a vida de uma criança de um ano, após ela cair da janela do segundo andar de um prédio, na cidade de Xiaolan, província de Guangdong, sudeste da China. A informação é do The Guardian.


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Afinal, com qual frequência devemos tomar banho?

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18:07
Confira essa matéria e descubra que a falta de banho pode não ser assim tão prejudicial para a sua saúde como você deve imaginar



 Aposto que você já deixou de tomar banho pelo menos uma vez na vida. Naqueles dias bem frios, em que não temos a menor coragem de tirar a roupa para entrar no chuveiro, a melhor saída é pular dentro do pijama e fazer de conta de que se esqueceu do seu compromisso diário.

Agora o que você precisa saber é que aquela ideia de que quanto mais banhos tomarmos, mais limpos estaremos pode estar equivocada. Enquanto você acredita que seu sabonete antibacteriano e uma boa dose de água quente estarão acabando com todos os germes presentes na sua pele, estudos clínicos demonstraram exatamente o contrário.

Na verdade, os produtos que utilizamos durante o banho destroem as microcolônias de organismos que vivem na nossa pele e as transferem para o ambiente que, nesse caso, é o seu chuveiro. Isso não significa que você nunca deva tomar banho, mas é importante entender que exagerar na quantidade pode oferecer danos à sua pele.

Debaixo do chuveiro

O estrato córneo é a camada mais externa da nossa pele e serve como uma barreira. Ele é formado por células mortas que oferecem proteção para as células vivas e saudáveis que estão logo abaixo. Essa camada também contém lipídios, que são compostos gordurosos responsáveis por manter a hidratação da pele.
Toda vez que você toma banho – especialmente se for quente – e usa sabonete e esponja, você está agindo diretamente sobre o estrato córneo. Isso porque o sabonete e a água quente dissolvem os lipídios da pele e o atrito com a esponja só agrava o processo. Então, a verdade é que, quanto mais banhos você tomar, mais frequentemente você vai agredir sua pele e menos tempo ela terá para se recuperar e restabelecer sua oleosidade natural. O resultado desse processo costuma ser uma pele irritada e ressecada.
Outro problema relacionado ao banho é o uso da toalha. Por mais comum que seja esfregar o corpo todo para retirar a umidade, esse hábito também oferece riscos à pele. O ideal seria deixar a água evaporar do corpo naturalmente, mas como isso é inviável para a maior parte das pessoas, certifique-se de que está utilizando uma toalha macia e procure colocá-la gentilmente em contato com a pele, sem esfregar, para que a água seja absorvida.

A questão da frequência

A pergunta sobre a frequência com que devemos tomar banho tem várias respostas, mas saiba que uma delas não é “diariamente”. Pelos motivos que você conferiu acima, fica fácil entender que tomar banhos quentes todos os dias – ou até mais de uma vez por dia – e utilizar sabonetes e esponjas pode até garantir a sua higiene, mas é bastante prejudicial para a pele (e não estamos nem falando sobre a questão ambiental).
As pessoas têm organismos e rotinas diferentes e cada um deve lidar com o próprio corpo da maneira que se sente mais confortável. Mas quando bater aquela preguiça de entrar no chuveiro saiba que os especialistas apontam que não há problema nenhum em deixar de tomar banho uma vez ou outra. Trocar seu sabonete por uma fórmula mais suave e tomar banhos mornos também são boas opções.


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Curiosidades Curiosas #1

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17:08
01. A velocidade da luz, geralmente arredondada em 300.000 km/s, é de exatamente 299.792,548km/s.



02. São necessários 8 minutos e 17 segundos para a luz viajar da superfície do sol à terra.



03. 10% de todos os humanos já nascidos, estão vivos neste momento.



04. A terra gira à 1.600 km/h, mas viaja em sua órbita ao redor do sol a mais de 107.000 km/h.



05. Todo ano, um milhão de terremotos sacodem a terra.



06. Quando Krakatoa entrou em erupção, em 1883, a força de sua explosão foi tão grande que pode ser escutada à mais de 7.700 km. de distância, na Austrália.



07. A cada segundo, 100 raios atingem a superfície terrestre.



08. Todo ano, 1.000 pessoas morrem vítimas de raios.



09. Em outubro de 1999, um iceberg do tamanho de Londres, soltou-se do continente Antártico.



10. Se você conseguisse dirigir seu carro na vertical, direto para cima, levaria apenas uma hora para chegar ao espaço (algo em torno de 65 km).



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Por que ficamos de ressaca após bebedeira?

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04:11

A ressaca é uma resposta do corpo ao exagero cometido com a bebida. Os sintomas típicos sentidos pela maioria das pessoas que passam da conta com o álcool incluem sede intensa, sensibilidade à luz, dor de cabeça, diarréia e até perda do apetite.

Nós ficamos de ressaca após bebedeira porque o álcool causa uma intoxicação no organismo. Na prática, o corpo humano precisa trabalhar muito para absorver e metabolizar o excesso de álcool. Dessa forma, todos os órgãos ficam sobrecarregados.

O fígado é o órgão que mais sofre depois de uma bebedeira. Ele trabalha para produzir as enzimas que absorvem o etanol. Depois que o álcool do corpo é totalmente metabolizado, o organismo ainda fica com uma alta concentração das enzimas produzidas pelo fígado. Isso causa um desequilíbrio.

A crise de abstinência de álcool também provoca confusões no sistema  nervoso. Por isso, o resultado geral da bebedeira é dor de cabeça, enjôo, desidratação, diarréia e extremo cansaço.

Vale lembrar que não existem remédios para a ressaca ou para curar a bebedeira. Analgésicos, antiácidos e anti-histamínicos só ajudam a diminuir o mal-estar.


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